sexta-feira, 7 de junho de 2019
RAPEL DE VERDADE (13,3 m) - Parque Cinquentenário - Cidade Caxias do Sul/RS - Brasil
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
SOU GORDO E ACHO QUE SOU MAGRO
SOU GORDO E ACHO QUE SOU MAGRO
Você almeja fazer atividades
físicas de quando tinha 18 anos.
Você vai fazer uma caminhada
longa e se cansa nos primeiros minutos.
Você acha uma calça 44 no
armário e ela não passa pela coxa, e agora usa uma 50.
Você tem um espelho de banheiro
e vê sua imagem parcial e acha que está tudo bem. Quando está na frente de um
espelho de corpo inteiro de assusta com seu tamanho.
Você
está acima do peso e dentro de sua cabeça, você é magro.
Vou direto ao ponto!
Excesso de peso, sobre peso,
obesidade um, dois, mórbida não é SAUDÁVEL!
“Á... Tá gordinho, mas tá feliz”!
Vamos acabar com essa PALHAÇADA!!!
Temos duas coisas:
1.
Você
é gordo e se vê magro, segundo pesquisas isto pode ser Fatorexia! É um distúrbio
psicológico! Consulte um médico!
2.
Você
é gordo e não consegue emagrecer.
- Vou te falar uma coisa,
direto, sem rodeios, obesidade é doença e “carrega” outras DOENÇAS RELACIONADAS!
Pressão alta, Diabetes melittus
tipo 2, Cardiopatias, Distúrbios do sono, Artrose, Artrite, Desvios de coluna,
Lesões nos pés, muitos outros!
Chega de desculpas!
- “Ai... Não tenho tempo!” R:
Consulte um profissional em Educação Física (Bacharel), ele vai explicar como você
pode fazer exercícios de 15 minutos, ou até menos, com bons resultados.
Consulte um nutricionista desportivo, de preferência. Ele vai explicar os
nutrientes que não podem faltar na sua alimentação diária e semanal.
- Explique para sua família que
precisa de apoio! Nada de trazerem um bolo recheado de 3 kg para casa e sim um
de 300 g.
- Evite amigos que te querem
engordar.
- Participe de grupos de
caminhada, conforme suas condições físicas.
- Estude! Aja!
Eu uso um segredo. Se chama
C.O.M.P. Tem gosto ruim, no início dá dor de cabeça, mal estar. Com o passar
das semanas os sintomas desaparecem.
COMPROMETIMENTO!
Referencias
bibliográficas para Fatorexia:
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Florianópolis - Desafio 1.000 polichinelos em 7 dias - 2ª Edição!!!
Bom dia amigos que me
seguem no facebook, blog e no youtube!
Lanço a segunda edição dos “1.000
polichinelos em uma semana!”
Mais dicas! Mais informações!
O exercício polichinelo
emagrece?
Se for aliado à comida ingerida antes e pós
exercício, SIM!
Não adianta fazer um monte de
exercícios e depois comer um monte de calorias! Isso vale para qualquer
atividade (exercício ou atividade lúdica constante de media/longa duração);
Quanto de calorias gasta?
Segundo pesquisa o gasto
calórico está em torno de 1,65kcal/kg/min. Você sabia que o gasto calórico muda
de acordo como o “peso” (massa) da pessoa?
Então... Uma pessoa de 100 kg
gasta mais kcal que uma de 50 kg? SIM!!!
Ex.: A pessoa “x” tem 70 kg.
Gastaria 115,5 kcal/min. Se, no final do exercício fizer 10 minutos, teremos
1.155 kcal!
Equipamentos?
Tênis macio e confortável e ou
piso macio.
"Feijões" ou outra coisa para poder contar as séries. Pode ser lápis e papel. Relógio ou cronômetro.
INICIANTES!
Como fazer? Ex.: 01.
1º Um aquecimentos leve, pode
ser uma corrida estacionária leve de alguns minutos, rotação de ombros.
Alongamento NÃO é aquecimento!
2º
Dia1 total: 50 (5 séries de 10 repetições).
Dia2 total: 70 (7 séries de 10 repetições).
Dia3 total: 110 (11 séries de 10 repetições).
Dia4 total: 140 (14 séries de 10 repetições).
Dia5 total: 200 (20 séries de 10 repetições).
Dia6 total: 210 (21 séries de 10 repetições).
Dia7 total: 220 (22 séries de 10 repetições).
Descanso entre as séries de 30 segundos. Como contar? Pode
ser 10 respirações completas. As minha são 30 segundos (aproximadamente).
3º Alongamento no final. De 10 a 30 segundos cada posição.
Como fazer? Ex.: 02. Eu
prefiro desse modo!
1º Um aquecimentos leve, pode
ser uma corrida estacionária leve, rotação de ombros.
Alongamento NÃO é aquecimento!
2º
Dia1 total: 60 (6 séries de 10 repetições).
Dia2 total: 140 (14 séries de 10 repetições).
Dia3 total: 180 (18 séries de 10 repetições).
Dia4 total: 70 (7 séries de 10 repetições).
Dia5 total: 150 (15 séries de 10 repetições).
Dia6 total: 190 (19 séries de 10 repetições).
Dia7 total: 210 (21 séries de 10 repetições).
Descanso entre as séries de 30 segundos. Como contar? Pode
ser 10 respirações completas. As minha são 30 segundos (aproximadamente). Não é
para sentar! Descanso “em pé”!
3º Alongamento no final. De 10 a 30 segundos cada posição.
INTERMEDIÁRIOS
Como fazer?
Séries com 20 repetições, com 30 segundos de descanso.
AVANÇADOS
Como fazer?
Séries com 20 repetições, com 15 a 20 segundos de descanso.
Thomas Schulze – Assessoria e Preparação Física para sua
Aventura – Cref 013024-G/RS
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
FLORIANÓPOLIS - SC Fortaleza São José da Ponta Grossa.
PRAIA DO FORTE
Data: Novembro de 2.018.
Data: Novembro de 2.018.
“A Praia do Forte é uma praia localizada no
norte da Ilha de Santa Catarina. Nela está situada a Fortaleza de São José da
Ponta Grossa, a cerca de 25 quilômetros do Centro de Florianópolis. O Forte
integrava as bases de defesa da Ilha de Santa Catarina no período colonial e
foi desativado a partir de 1935. Wikipédia”
- Sabe o quê? Vou caminhar um
pouco. Tinha uma mochila, uma máquina fotográfica e equipamento mínimo porém o suficiente para
caminhar uma hora ou mais.
- Vou pela praia – pensei. Se
houver algum imprevisto, subo para a direita ou retorno pelo mesmo caminho.
- Contornei o forte e voltei
pela estrada. Ela é feita de blocos de concreto e estava extremamente lisa.
Fato que se dá pelos pneus com areia dos veículos, “esfoliando” o piso.
Detalhes:
- Duração total uma hora e trinta minutos, caminhado devagar, curtindo e parando para fotos.
- Distância aproximada: 1,5 km.
- Nível: Achei de nível fácil.
- Pode-se fazer de chinelo ou outro calçado aberto.
- Hidratação: Levei 1 litro, sobrou.
- Levei uma bota na mochila. Na volta do forte a usei.
- Demais itens (normais para qualquer atividade): isqueiro, canivete pequeno, esparadrapo, protetor solar, sacolinhas plásticas para lixo, óculos para sol, apito, boné, outros.
IMPORTANTE:
- Não ter pressa!
-Levar dinheiro para entrar e visitar o forte.
- Levar documentos de identidade.
- Avisar alguém que foi para a trilha e avisá-la novamente quando retornou.
"Ajude-nos a manter as montanhas mais seguras!"
Marcadores:
caminhada curta,
FLORIANÓPOLIS,
FLORIPA,
forte,
Ilha da Magia,
praia do forte
sábado, 22 de dezembro de 2018
FLORIANÓPOLIS - SC -> ABRINDO AS ATIVIDADES!!!
PRAIA DO
GRAVATÁ DESDE PRAIA MOLE
Data: Novembro de 2018.
Data: Novembro de 2018.
Resumo:
- Eu e o Wagner nos aventuramos pelo costão de pedras. Caminhamos até os rochedos e ali
foi o começo. Em 1.995 estive ali como ajudante em um campeonato de escalada. O
começo eu lembrava. Porém nunca tinha ido até a prainha do gravatá.
- Estávamos na praia Mole e fomos para a direção Sul.
-
Caminhamos sobre pedras. Passamos por debaixo de pedras. Pulamos pedras. Entramos
na vegetação (a trilha é ali), terra molhada e barro. Costeamos umas pedras esperando
o espaço entre as ondas (impressionante!), adentramos novamente na vegetação,
mais barro, uma casinha, uma descida e, chegamos!
- Eu fui
explorar as pedras mais adiante e o Vagner foi explorar a água.
Detalhes:
- Duração de ida, cerca de uma hora, pois eu tinha que escolher o melhor lugar para passar e parei para fotos.
- Duração de retorno, cerca de 20 a 25 minutos.
- Distância aproximada: 1,5 km.
- Nível: Achei de nível médio. Quem não tem o costume de caminhar rápido por pedras deve separar um tempo maior para ir e voltar. Quem costuma exercita-se regularmente com caminhadas com mochila e fazer exercícios para membros inferiores vai cansar menos e com isso fazer menos paradas.
- Não aconselho fazer de chinelo nem de pés descalços. Pois diminui a precisão, aderência, segurança e a velocidade do participante.
- Hidratação: Levei duas garrafas de 500 ml. Uma com água e outra com pouco de café (para dar gosto) e uma mistura leve de sal e açúcar (um soro caseiro com gosto de café). Sugestão: levar 1,5 a 2 litros de bebida (não alcoólica). Sendo 500 ml de água (é ruim lavar o rosto com suco - J).
- Demais itens (normais para qualquer atividade): isqueiro, canivete pequeno, esparadrapo, protetor solar, sacolinhas plásticas para lixo, óculos para sol, apito, boné, outros.
IMPORTANTE:
- Fazer essa caminhada com calçado fechado tipo tênis ou bota leve.
- Não ter pressa!
- Cuidar com o horário para não voltar de noite!
- Levar documentos de identidade.
- Avisar alguém que foi para a trilha e avisá-la novamente quando retornou.
"Ajude-nos a manter as montanhas mais seguras!"
sábado, 11 de agosto de 2018
Fisiologia Humana vs. Altitude
Texto original escrito no ano de 2.009.
Nota: Para aumentar o conhecimento de Alta Montanha.
De: Thomas
Schulze.
Para:
interessados em fisiologia x altitude.
Acredito que muitos leram essa
reportagem. Mas o que falta na mesma é o porquê dos acontecimentos.
Aprendi (tanto na Ed. Física quanto
nas 3 investidas a essa montanha, texto escrito no ano de 2.009) que a
intensidade (batimentos do coração, por minuto da atividade física) é muito
alta, fazendo com que o corpo utilize como fonte de energia o açúcar do sangue
(glicogênio), e não a gordura. O glicogênio se encontra nos músculos, corrente
sanguínea e no fígado. Porém as reservas são limitadas (dentro do corpo). Aproximadamente
2.000 a 2.400 kcal (homem, adulto, de 80 kg aproximadamente).
Quando a atividade ou exercício
físico é muito exigente e prolongado (ataque ao cume do Aconcagua, entre 8 e
10h de ida), o nível adequado para o bom funcionamento do corpo cai, e o
"combustível" para o cérebro é o "açúcar do sangue".
Apresentando o quadro de hipoglicemia
(hipo = baixo), o indivíduo comete erros de raciocínio, percepção dos
acontecimentos, juntado com a falha na decisão de questões (caminho errado) e
fadiga muscular.
A grande preocupação dos treinadores
para esportes de altitude é o condicionamento físico adequado que, o mínimo
adequado, (valor concordado com o sr. Daniel Vist e o sr.Thomas Schulze) seria
o equivalente a fazer um teste de corrida e ter a marca de
3.192,10 metros em 12 minutos.
Com um condicionamento a esse nível,
pode-se manter uma velocidade, digamos... Neste exemplo de 2 km/h, um sujeito
A com um bom condicionamento físico, utiliza gordura como principal
fonte de energia e um sujeito B com um condicionamento físico ruim, utilizará
glicogênio como a principal fonte de energia para os músculos (esqueléticos).
Agradeço a atenção dispensada,
Thomas Schulze.
Texto retirado de e-mail enviado a associação de montanhismo local ACM-RS em 20 de janeiro de 2009.
segunda-feira, 9 de julho de 2018
GRAMPOS P - UMA IDEIA - EVOLUÇÃO -
Olá a todos!
Uma breve explicação adicional:
Quando comecei nessa nessa - montanhismo / escalada em rocha - no ano de 1.991, o acesso a informações era extremamente limitado. A proteção mais usual era o grampo P.
Com a vinda da internet, comecei a pesquisar a evolução das proteções fixas. Tanto grampos P, grampos sem solda ou com uma solda apenas (colados) e as chapeletas com chumbadores. Para minha estranheza, percebi a evolução das proteções chamadas chapeletas e seus chumbadores. De rebites a chumbadores de cunha deslisante ou capa deslisante.
O nosso querido grampo P ainda era o mesmo. Geralmente as barras em medidas de polegada e as brocas em medida milimétrica.
Usei muitos grampos...
Eu encontrava o problema de não entrar todo ou ficar folgado...
Cursei umas cadeiras de engenharia mecânica nos anos 90, onde aprendi muitas coisas.
Apareceram notícias que o olhar virado para baixo aguentaria mais. (links no final)
Um pensamento para evolução
1. A barra deveria ter valetas de escoamento de material.
2. deveria ter um "escape" de gases (ar), caso o grampo comprimisse no fundo do furo.
3. fácil colocação.
4. possibilidade de usar adesivo adicional (atualmente não comprovado).
5. peça única, sem uso de ferramentas adicionais (chave de boca, torquímetro, arruelas e porcas sobressalentes, etc).
6. Uso em rocha de inclinações positivas ou verticais = ângulos menores ou iguais a 90°.
7. Solda feita em empresa especializada em soldas.
8. Olhal feito em chapa, cortada com "laser".
9. Tratamento térmico: normalização.
10. Tratamento de superfície: galvanização (zincagem).
Grampo P (protótipos em 2011 ~ 2012)
Foram feitas algumas peças. Algumas foram destruídas em testes . Modelos de parada com elos metálicos foram feitos.
O projeto foi interrompido (mais testes, etc, etc) por falta de recursos financeiros.
Segue uma imagens para apreciação.
Imagem abaixo
Grampo P tipo "parada", rapelável.
O diâmetro da barra e da rosca (laminada) é 12,7 mm.
A broca usada (também a ser usada) foi 12 mm (sem modificação).
Olhal em chapa de aço SAE 1020 com 3 mm de espessura.
Carga de ruptura teórica estimada de 1.200 kgf.
Testes de tração (em equipamentos ideal) não realizados.

Link de interesse:
Uma breve explicação adicional:
Quando comecei nessa nessa - montanhismo / escalada em rocha - no ano de 1.991, o acesso a informações era extremamente limitado. A proteção mais usual era o grampo P.
Com a vinda da internet, comecei a pesquisar a evolução das proteções fixas. Tanto grampos P, grampos sem solda ou com uma solda apenas (colados) e as chapeletas com chumbadores. Para minha estranheza, percebi a evolução das proteções chamadas chapeletas e seus chumbadores. De rebites a chumbadores de cunha deslisante ou capa deslisante.
O nosso querido grampo P ainda era o mesmo. Geralmente as barras em medidas de polegada e as brocas em medida milimétrica.
Usei muitos grampos...
Eu encontrava o problema de não entrar todo ou ficar folgado...
Cursei umas cadeiras de engenharia mecânica nos anos 90, onde aprendi muitas coisas.
Apareceram notícias que o olhar virado para baixo aguentaria mais. (links no final)
Um pensamento para evolução
1. A barra deveria ter valetas de escoamento de material.
2. deveria ter um "escape" de gases (ar), caso o grampo comprimisse no fundo do furo.
3. fácil colocação.
4. possibilidade de usar adesivo adicional (atualmente não comprovado).
5. peça única, sem uso de ferramentas adicionais (chave de boca, torquímetro, arruelas e porcas sobressalentes, etc).
6. Uso em rocha de inclinações positivas ou verticais = ângulos menores ou iguais a 90°.
7. Solda feita em empresa especializada em soldas.
8. Olhal feito em chapa, cortada com "laser".
9. Tratamento térmico: normalização.
10. Tratamento de superfície: galvanização (zincagem).
Grampo P (protótipos em 2011 ~ 2012)
Foram feitas algumas peças. Algumas foram destruídas em testes . Modelos de parada com elos metálicos foram feitos.
O projeto foi interrompido (mais testes, etc, etc) por falta de recursos financeiros.
Segue uma imagens para apreciação.
Imagem abaixo
Grampo P tipo "parada", rapelável.
O diâmetro da barra e da rosca (laminada) é 12,7 mm.
A broca usada (também a ser usada) foi 12 mm (sem modificação).
Olhal em chapa de aço SAE 1020 com 3 mm de espessura.
Carga de ruptura teórica estimada de 1.200 kgf.
Testes de tração (em equipamentos ideal) não realizados.

Imagem abaixo
Detalhes das "valetas de escoamento de material".
Imagem abaixo
Detalhes do "escape de gases".
Imagem abaixo
Medidas.
Link de interesse:
http://www.carioca.org.br/doc_tecnicos/grampos.pdf
http://www.carioca.org.br/doc_tecnicos/grampos-original.pdf
http://www.carioca.org.br/doc_tecnicos/grampos_14-anos-depois.pdf
Obrigado pela atenção!
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