domingo, 9 de outubro de 2016

FERROVIA DO TRIGO – GUAPORÉ A MUÇUM NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 21,83 km de AVENTURA!!!

FERROVIA DO TRIGO – GUAPORÉ A MUÇUM NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
21,83 km de AVENTURA!!!



- Neste ano de 2016... Duas pessoas me perguntaram de eu já tinha feito esse trajeto, ou ao contrário. Como tenho, muitas vezes apenas um dia na semana para fazer minhas aventuras, calculei que esse trajeto da cidade de Guaporé para a cidade de Muçum poderia a ser percorrido em 12 horas. Doze horas para 48 km... Uma média razoável para 4 km/h, considerando minha velocidade máxima (confortável) com uma mochila leve de 5,4 km/h.

- Pois bem! O solo é de pedras do tamanho de uma ameixa pequena ou 50 a 100 ml de volume. Na maioria do percurso elas estão soltas. Os dormentes não seguem a distância, que estamos acostumados a dar nossa “passada”. Raramente na lateral da via segue uma estrada de terra ou uma área plana com capim e solo mais nivelado que eu fiz uso sempre que possível.

- Estou semanalmente pesquisando sobre equipamentos, técnicas, relatos, enfim, aumentando meus conhecimentos na área da Escalada, Montanhismo e Educação Física. Também a parte de caminhada (trek, trekking, hiking, entre outros). - Considerando o pensamento “BackPackLight” ou: “mochila leve” (podemos considerar esse termo), peguei uma das menores mochilas que coubesse os equipamentos. Algumas coisas não foram usadas, as quais terão as imagens logo mais.

- Uma das coisas mais impressionantes foi olhar para frente e não ver o final do trilho e olhar para trás e também não ver o final. O viaduto vazado foi de grande atenção. E, a mudança de temperatura para dentro dos túneis, de aproximadamente 3 a 5 graus célsius. Minha sugestão é ter duas lanternas. Uma pode ser mais potente para ver o teto dos túneis (alguns são mais altos).

- Curiosidades: como o trem não havia passado ainda, ao qualquer barulho eu parava para ver se era o trem. Desde um mugido do gado até uma buzina de veículos (no começo os trilhos passam perto de uma rodovia).

-Infelizmente os pontos negativos: muita sujeira deixada pelo homem. Sacolas de lixo (cheias!), latas diversas, embalagens vazias de biscoitos, e, que me chamou atenção foi uma lata de sardinha que ainda não estava oxidada, como se tivesse sido jogada ali uns dois dias atrás.

- A aventura se resume basicamente em:
05h 00min – saída da cidade de Caxias do Sul/RS para a cidade de Guaporé/RS.
07h 00min – chegada ao posto de combustíveis “Do Padrinho” localizado da RS-129, km127,9, telefone de contato 54 3443 1201, o qual eu tinha avisado que deixaria o automóvel no estacionamento.
07h 17min – após ter consumido 250ml de água e umas 50g de batata doce roxa cozida, percorri cerca de 660 m até literalmente chegar na ferrovia. A primeira meia hora caminhei tranquilamente com uma velocidade baixa, uns 2 a 2,5 km/h...
08h 00min – após uns 2 km, parei, troquei o para de meias por outras secas, fiz um lanche com ovo cozido e batata doce roxa cozida com casca.
08h 45min – na entrada do primeiro túnel, fiz uma pequena parada e percebi que estava muito lento. Eu deveria me concentrar mais e tirar menos fotografias. Pois tinha percorrido apenas 5,86km (aproximadamente de trilhos, lateral de trilhos e estradas laterais de terra) em 1h 28min. Isso é, mais ou menos, 3,9 km/h.
- Abandonei as anotações. Mas mantive apenas as fotografias necessárias. Entrada de túneis, algumas paisagens, pontes e algo de interesse.
13h 50min – encontrei um posto ferroviário em ruínas. Lá estava um “track man”, um trilheiro que estava fazendo o percurso de Muçum para Guaporé. Conversamos um pouco e considerei que estava muito longe do viaduto V13. E, que não conseguiria chegar à cidade de Muçum às 19h. Horário que tinha o último ônibus para a cidade de Guaporé (onde tinha deixado o veículo). Com ele (não lembro o nome dele), obtive a informação de um camping e cabanas logo à frente.
14h 00min – prossegui a aventura.
14h 30min – encontrei esse lugar que se chama...
- Ali consegui que me levassem de carro a cidade de Dois Lageados onde esperei um ônibus de linha intermunicipal para Guaporé (horário das 16h 10min).
- Fui muito bem atendido em um café que também é venda de também é venda de passagens.
16h 50min – eu estava deixando o posto de combustíveis “Do Padrinho” e indo para a cidade de Caxias do Sul.

Do consumo de alimentação, equipamento, outros:
1 bombom de chocolate (na saída do posto de combustíveis);
200g de batata doce roxa cozida sem sal;
3 ovos cozidos;
2g de sal para os ovos e a batata;
2 barras proteicas da loja de suplementos VNC (Caxias do Sul, facebook.com/vidanaturalsuplementos/);
4 carboidratos em gel: Carb Up Black de 30g da loja de suplementos VNC;
3 porções para 400ml de isotônico em pó da loja de suplementos ATP (Caxias do Sul facebook.com/atpsuplementos.caxias/);
1 picolé de creme (esperando o ônibus em Dois Lageados no valor de R$2,00);
1 porção (+- ½ colher de sopa) de creme para assaduras (cortesia Burger Kombi VAC www.facebook.com/burgerkombivac/);
10 x 10 cm de atadura de gaze;
80 cm de esparadrapo impermeável com 8cm de largura;
100 cm de esparadrapo impermeável de 2,5 cm de largura;
1 litro de isotônico;
1,75 litros de água.
1 medida (1 colher de chá) de álcool gel;
3 velas (divididas em 3 partes para a lamparina);
15 palitos de fósforos;
R$4,95 da passagem de ônibus de Dois Lageados para Guaporé;
R$xx,00 referente ao translado do camping na beirada da ferrovia até a rodoviária de Dois Lageados;
21,83 km percorridos (com erro estimado em +- 0,2 km);
7h 13 min de duração, destes cerca de 1h e 30min de paradas.




























quinta-feira, 29 de setembro de 2016

GARRAFA TÉRMICA DE AÇO INOX COM ANTIDERRAPANTE – LUVAS E GARRAFA TÉRMICA – ABRINDO GARRAFA TÉRMICA NO FRIO – ACONCAGUA E GARRAFA TÉRMICA – COMO ABRIR GARRAFA TÉRMICA COM LUVAS

                                                                                                                            29 de setembro de 2016.
                Abrir uma garrafa térmica em ambiente frio, com luvas, pode ser um grande desafio. As garrafas que conhecemos não possuem uma superfície aderente para usarmos em ambientes com temperaturas congelantes.
                Esse sistema foi adaptado por mim em 2006 quando estava em uma expedição de 84 dias para ascender diversas montanhas, na Cordilheira dos Andes, na região de Mendoza (Argentina) incluindo o cerro Aconcagua.
                Você precisa de 2 estruturas rígidas ou semi rígidas (no mínimo, colocar uma de cada lado, uma para o dedo maior e outra(s) para demais dedos da mão) palitos de fósforos, ou palitos de dente, ou pedacinhos de madeira, ou pedacinhos de cordão fino sintético (já usei isso). Mais esparadrapo de boa qualidade de largura mínima de 3 cm e com comprimento e 3 cm maiores que a estrutura, seja o palito de fósforo ou exemplos mencionados.  O adesivo poderá ser a “cinta americana” ou “silver tape” (essa se encontra em diversas cores).
                1º limpar a superfície com detergente e segar bem ou álcool e deixar secar.
                2º posicionar a estrutura e cobrir com o adesivo pré-cortado e com as pontas arredondadas, fixando bem. Evitando bolhas de ar.
                Está pronto um antiderrapante para sua garrafa.

                Confira as imagens abaixo:










































segunda-feira, 26 de setembro de 2016

CAMPEONATO HIP DE SKATE AMADOR 2016 imagens fotos fotografias

Prefeitura de Caxias do Sul e Circuito de Skate da Serra                                  APRESENTARAM:

 


   Tive conhecimento desse evento através da divulgação por meio de uma rádio local e fui prestigiar no  final da tarde podendo fazer algumas imagens que seguem.

   Observação: Pela posição solar e outros fatores, as imagens não ficaram boas. Mesmo assim estou postando-as.  




























Se, por acaso, você se identificou em alguma imagem, solicite-a sem marca d'água pelo e-mail:
thomaschulze@gmail.com (minúsculo)
ou pelo facebook:
www.facebook.com/thomas.schulze.5249
obrigado!










quinta-feira, 11 de agosto de 2016

RAPEL - RAPPEL

   O seguinte texto foi extraído do Atlas - página 436 do ATLAS D O ESPORTE N O BRASIL - do CONFEF - Conselho Federal de Educação Física:

"Definições e origens 
Conhecido no Brasil como rapel, a denominação deste esporte vem do verbo francês rappeler que significa chamar, recuperar, explorar. Entre os praticantes há uma versão popular de nomenclatura: rapelar, com o significado de escorregar corda abaixo seguro por um cinto de segurança apropriado e uma peça de freio. Ou seja: o rapel é uma técnica de descida de cachoeiras, cascatas, precipícios, prédios, pontes, morros, penhascos, paredões, viadutos, chegando até a alturas inusitadas. Para praticar rapel é necessário ser conhecedor de técnicas de montanhismo além de ter experiência com o manuseio de equipamentos básicos de escalada como cadeirinha, mosquetões, freio oito, corda estática, etc. Há ainda os equipamentos de segurança, como luvas e capacete que também não são de menor importância. Apesar de sua prática ser relativamente fácil, nas versões mais moderadas, como em qualquer outra atividade dos esportes radicais e de aventura, recomenda-se ser acompanhada por um instrutor especializado. Os estilos desta prática são: Rapel em positivo é realizado com o apoio dos pés na parede; Rapel em negativo sem o apoio dos pés, o praticante desce em queda livre, lançando-se no vácuo; Rapel guiado normalmente utilizado em cachoeiras e quedas d’água onde é necessário fazer desvios diagonais da trajetória para evitar fortes torrentes; Rapel fracionado é dividido em vários rapéis menores para encontrar um caminho Rapemais seguro. Há diferentes versões para o surgimento do rapel. Uma delas, data do final do século XIX quando escaladores franceses eram contratados para pesquisar os cânions e cavernas dos Pirineus (montanhas que separam o norte da Espanha do sul da França), criando então uma técnica para descida, que, com o tempo, foi assumindo diversas funções, chegando a ser utilizada na espeleologia, pelo corpo de bombeiros, na limpeza de prédios e antenas, etc. Hoje, quando utilizado em cachoeira pode ser encontrada também a denominação de cascading. No Brasil, considera-se o rapel como uma prática esportiva com identidade própria e não como um meio para se praticar outros esportes, mas há quem considere apenas como prática de lazer. É muito utilizado por diversas atividades como escaladas, estudos espeleológicos e em resgate em montanhas, sendo bastante difundido como uma das modalidades que compõem as corridas de aventura. 
Situação atual 
Embora sem muitos registros, empiricamente e pelo retorno de mídia que o esporte vem conquistando, pode se considerar o rapel como em crescente expansão. Em 2003, a atividade foi incluída no programa de treinamento para incorporação de membros da Polícia Militar do RJ, tendo sido seu teste executado na Ponte Rio-Niterói-RJ. É também uma prática esportiva utilizada como parte dos circuitos de Corridas de Aventura e já está incorporada ao roteiro turístico de agências/ operadoras de turismo e eventos promocionais de academias de ginástica. Os locais preferidos para a prática de rapel no Brasil são por localização estadual: MS: Abismo de Anhumas e Buraco das Araras (Bonito); RJ: Cachoeira Véu de Noiva e Gruta do Presidente (Teresópolis), Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Teresópolis/Petrópolis) e Ilha Grande (Angra dos Reis); GO: Cachoeira da Onça (Pirenópolis), Bica do Ipu (Ubajara) e Cachoeira da Água Fria (Alto Paraíso de Goiás); MG: Cachoeira Congonhas, Cachoeira da Usina, Cachoeira Véu de Noiva e Morro da Pedreira (Serra do Cipó), Parque Nacional da Serra do Cipó (Serra do Cipó) e Pedra da Catedral (Gonçalves); SC: Cachoeira do Cambará, Cachoeira do Cará, Cachoeira do Forno, Cachoeira do Vento, Cânion da Encosta, Cânion da Sabiá e Serra do Uru (Presidente Getúlio); RS: Cascata do Marmeleiro e Cascatina dos Mentz (Canela), e Viaduto 13 (Encantado) maior viaduto da América Latina; BA: Parque Nacional da Chapada Diamantina, Poço do Diabo e Gruta do Lapão (Chapada Diamantina). "  

quinta-feira, 19 de maio de 2016

SÁBADO - 04 DE JUNHO DE 2016 !!!


ATENÇÃO – 

SÁBADO DIA 04 DE JUNHO DE 2016

ESCALADORES – MONTANHISTAS – 
CAMINHANTES (trekking/hikers) – 
TURISTAS - CAMPISTAS

2° ENCONTRO DE MONTANHISMO DE FLORES DA CUNHA


QUE HORAS? Todo o dia (a partir das 8 h e 00 min)

ONDE? PEMRA - Parque de Escalada e Montanhismo Rio das Antas
Mirante Gelain / Cascata Bordin – na cidade de Flores da Cunha (zona rural).
  






Como chegar - da cidade de Caxias do Sul -RS a cidade de Flores da Cunha - RS (rotula de acesso)
https://www.google.com.br/maps/dir/-29.0306583,-51.196416/Caxias+do+Sul,+RS/@-29.105148,-51.1827019,18523m/data=!3m1!1e3!4m9!4m8!1m0!1m5!1m1!1s0x951ebcd16435f073:0xf514f707b5773bf4!2m2!1d-51.1796683!2d-29.1634031!3e0

Da rotula de acesso ao Parque:
https://www.google.com.br/maps/dir/-29.03088,-51.1964739/-28.9940836,-51.2627051/@-29.0086103,-51.2688988,14z/data=!4m2!4m1!3e0
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